Home Data de criação : 09/06/11 Última atualização : 11/10/17 11:26 / 55 Artigos publicados

A história do doping nos esportes  (Diversos) escrito em sábado 22 agosto 2009 21:22

Blog de rafaedf :Prof.Esp.Rafael Silva, A história do doping nos esportes

Os recentes casos brasileiros de doping têm chamado a atenção da mídia e do público, mas essa prática não tem nada de novo: na realidade, ela faz parte da história do homem há milênios.

A história do uso de substâncias que melhoram o desempenho físico é mais antiga do que os jogos olímpicos. Os chineses, há 4 mil anos, conhecem os efeitos do chá da planta chamada “machuang”, que contém efedrina em altas doses e era utilizada para aumentar a capacidade de trabalho.

Nos jogos olímpicos da Antiguidade, em 800 antes de Cristo, os atletas bebiam chás de diversas ervas e usavam óleos e cogumelos para melhorar do seu desempenho. Já no século 19 se tornou popular entre os atletas uma bebida chamada “Vin Mariani”, à base de folhas de cocaína, que levava o nome do alquimista que a produzia.

Os primeiros Jogos da Era Moderna, organizados pelo barão de Coubertin, em Atenas, em 1896, marcaram o aparecimento das “bolinhas”, esferas contendo diversas substâncias estimulantes como cocaína, efedrina e estriquinina. Daí o termo “usar bola” como sinônimo de dopar-se.

No período inicial do século 20, as Olimpíadas eram momentos de celebração e esporte. O espírito olímpico prevalecia e o uso do doping era eventual, pois os atletas competiam pelo prazer da superação individual.

A Olimpíada de Berlim, em 1936, marca o início da utilização política dos jogos. A fantasia de supremacia hitlerista, fragorosamente derrotada por Jesse Owens, mudou o espírito das competições para sempre.

A Segunda Guerra Mundial traz do front a pesquisa de substâncias que mantinham soldados acordados por mais tempo e aumentavam sua resistência ao cansaço. Com a necessidade de recuperação dos prisioneiros desnutridos dos campos de concentração, aperfeiçoamos o uso dos hormônios anabolizantes.

Seja por motivos políticos ou financeiros, o doping passou a ser utilizado de forma cada vez mais “científica”. Agora, o que vale é a vitória a qualquer preço. E esse preço foi cobrado de forma dolorosa nos jogos de 1960 e de 1964, com a morte de dois atletas por uso excessivo de substâncias estimulantes e hormônios.

A partir daí, o Comitê Olímpico Internacional criou uma comissão médica que passou a atuar nas Olimpíadas, começando pela do México, em 1968.

As técnicas de doping continuam a evoluir da mesma forma que as técnicas de controle em uma briga de gato e rato.

Fonte: G1

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Médicos tentam explicar origens das cãibras noturnas  (Diversos) escrito em sábado 22 agosto 2009 21:15

Blog de rafaedf :Prof.Esp.Rafael Silva, Médicos tentam explicar origens das cãibras noturnas

Episódios são comuns, sobretudo em pessoas mais velhas.
Múltiplas causas podem estar ligadas ao fenômeno
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Na maioria dos casos, não existe causa aparente para as fisgadas nos músculos, geralmente na panturrilha, que não estejam associadas a exercícios vigorosos, dizem autoridades médicas. Ataques de cãibra à noite são bastante comuns, especialmente em pessoas mais velhas. Eles podem ser muito dolorosos, apesar de não serem, em geral, perigosos.

A maioria das cãibras noturnas não está associada a doenças graves por trás, mas diabetes e problemas circulatórios estão entre as condições que devem ser excluídas por um médico, especialmente se a cãibra for frequente e severa. A cãibra também pode ser um efeito colateral de algum remédio prescrito.

Uma explicação popular para as contrações involuntárias envolve redes de nervos superativas nos grandes músculos da perna. Todavia, não existem evidências conclusivas de que isso é verdade, ou quais causas poderiam estar associadas.

Outros pesquisadores sugerem que as cãibras são um efeito da desidratação, conhecida por envolver espasmos após a prática de exercícios. O senso comum sugere beber água o suficiente durante o dia e antes de deitar-se, assim como evitar cobertores pesados que impeçam os dedos do pé de ficarem estirados. Exercícios leves de alongamento podem ajudar.

Se você desenvolver cãibra, pode relaxar o músculo fisgado com um leve alongamento e uma massagem; caminhar ou ficar de pé, se você aguentar; e talvez um banho morno.

Fonte: Portal da Educação Física

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Por que sentimos sono depois de comer?  (Diversos) escrito em sábado 22 agosto 2009 20:56

Blog de rafaedf :Prof.Esp.Rafael Silva, Por que sentimos sono depois de comer?

Aumento no nível de açúcar no sangue faz diminuir estado de alerta

Quem nunca sentiu moleza e olhos cansados depois de uma refeição caprichada? Pois saiba que isso acontece com todo mundo e tem explicação científica. "Existem conexões no cérebro que regulam o estado de alerta de acordo com o nível de saciedade", diz Lígia Mendonça Lucchesi, pesquisadora da Associação Fundo de Incentivo à Farmacologia, do Instituto do Sono. Segundo ela, esse mecanismo é que nos deixa sonolentos depois de comer e mais despertos quando estamos com fome. Isso porque as células nervosas que comandam o processo são afetadas pela glicose, um açúcar encontrado nos alimentos. Quando comemos, o nível de glicose no organismo aumenta e inibe a ação dessas células, fazendo com que parem de enviar sinais para nos deixar atentos e provoquem o sono. Essa descoberta foi feita em 2006, por pesquisadores da Universidade de Manchester, na Inglaterra. 

Mas existem alguns fatores que podem acentuar o efeito sonífero após uma refeição. "Alimentos mais pesados, que demandam uma digestão mais difícil, como uma feijoada, podem contribuir para aumentar a sensação de sono", afirma Lígia. Por isso, quando se deseja evitar as "pescadas" no trabalho ou em qualquer outra situação, ela recomenda fazer refeições leves, como saladas, por exemplo. Tomar uma xícara de café também pode ajudar a ficar desperto, mas depende de cada pessoa. Já para quem prefere render-se ao sono, a médica afirma que a prática não é prejudicial à saúde ou ao processo de digestão, como muita gente pensa. "Ao contrário, a soneca tem um efeito benéfico sobre o organismo, promovendo melhora na atenção e concentração após o despertar", finaliza.

Fonte: Revista Escola

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Mulheres escolhem comida de acordo com a companhia  (Diversos) escrito em sábado 22 agosto 2009 20:34

Blog de rafaedf :Prof.Esp.Rafael Silva, Mulheres escolhem comida de acordo com a companhia

Calorias e companhias

Se você é uma mulher e sai para jantar com um homem, você provavelmente escolherá uma comida com menos calorias do que a que você escolheria se estivesse jantando com outra mulher.

O estudo, que demonstra que as mulheres contam as calorias quando estão com um homem, mas não quando estão com outras mulheres, foi publicado na revista internacional Appetite.

Meredith Young, da universidade canadense de McMaster, descobriu que o que uma mulher escolhe para comer no almoço ou no juntar é influenciado pela companhia e pela quantidade de homens e mulheres no grupo.

Calorias versus homens

A pesquisadora descobriu que as mulheres que comem em companhia de homens escolhem alimentos com um valor calórico significativamente menor do que as mulheres que foram observadas comendo em companhia de outra ou outras mulheres.

Mais do que isso, quando as mulheres estão em um grupo formado por homens e mulheres sua escolha da comida vai para o indicador mais baixo da escala de calorias; quanto mais homens estiverem no grupo, menos calorias terá a comida que ela irá escolher.

Quando essas mesmas mulheres comem em grupos formados somente por mulheres, sua comida é significativamente mais calórica.

Comida e atraência

Young afirma não ter ficado surpresa com as descobertas. A indústria alimentícia foca as consumidoras e os anúncios de produtos tipicamente mostram modelos muito magras, em vez de modelos femininas com peso médio ou acima do peso.

Assim, as escolhas de comida parecem ser feitas considerando-se como os outros olharão para elas. Em outras palavras, porções mais saudáveis são vistas como mais femininas, e as mulheres parecem acreditar que, se comerem menos, serão consideradas mais atrativas pelos homens.

"É possível que pequenas porções de alimentos sinalizem atração, e as mulheres, consciente ou inconscientemente, se contentam com porções menores para serem vistas como mais atraentes," diz Young.

Em relação à escolha da comida por parte dos homens, a pesquisa mostrou que eles não são substancialmente afetados pelo número e nem pelo sexo das suas companhias.

Fonte: Diário da Saúde

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Exercício físico ajuda a regular apetite, mostra novo estudo  (Atividade Física) escrito em sábado 22 agosto 2009 20:16

Blog de rafaedf :Prof.Esp.Rafael Silva, Exercício físico ajuda a regular apetite, mostra novo estudo

Um motivo novo e mais sutil para se exercitar quando o excesso de peso se transforma em obesidade: a atividade física faz com que o cérebro envie ao corpo ordens para comer menos.

"Em geral, acreditava-se que o exercício faz emagrecer porque o corpo gasta mais calorias do que consome. Nós estamos mostrando o outro lado da equação: a atividade física também faz com que a ingestão de calorias diminua", diz Eduardo Ropelle, pesquisador da Unicamp e do Instituto de Obesidade e Diabetes. 

O trabalho de Ropelle sobre o tema foi apresentado ontem, durante a reunião anual da Fesbe (Federação das Sociedades de Biologia Experimental), que acontece nesta semana em Águas de Lindoia (SP). Os dados foram obtidos em laboratório com ratos e camundongos, mas trazem, ao menos em tese, uma nova perspectiva também para pessoas.

A base do trabalho envolve dados bem conhecidos sobre a ação de certos hormônios, como a insulina e a leptina, sobre o cérebro. São esses sinalizadores químicos que dizem ao organismo quando é hora de parar de comer.

"Em animais obesos, submetidos a uma dieta rica em gordura, os hormônios perdem essa capacidade de regular o apetite ", explica Ropelle. A obesidade envolveria um círculo vicioso comportamental: quanto mais se come, mais se quer comer.

O pesquisador e seus colegas submeteram esses roedores a uma única sessão de atividade física intensa.

A malhação fez com que a sinalização do apetite no cérebro dos bichos voltasse a níveis normais. "O efeito dura de 12 a 16 horas", diz ele. Os resultados foram submetidos à revista científica "Nature Neuroscience".

Para Ropelle, o exercício físico pode ser benéfico para o apetite dos obesos. "Deve haver uma espécie de equilíbrio dinâmico para evitar tanto o acúmulo excessivo de energia quanto o gasto excessivo. A dieta moderna fez a gente perder isso", avalia.

Fonte: Folha Online

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